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O mercado de equipamentos e produtos médico-hospitalares e de diagnósticos fechará 2011 com um crescimento estimado de 19% – atingindo um faturamento R$ 13,5 bilhões – superior à média de crescimento da economia brasileira, que ficará abaixo dos 4.5%. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed).
O setor registrou expansão recorde no número de empregos, – 6 mil novos postos de trabalho – duplicando as expectativas para o período. Segundo a instituição, o Brasil é um dos seis maiores mercados mundiais em equipamentos e produtos médico-hospitalares.
A Abimed congrega 128 empresas de tecnologia avançada, que respondem por cerca de 50% do faturamento do mercado médico-hospitalar – um volume em torno de R$ 7,7 bilhões. Segundo a entidade, a expansão do setor foi impulsionada pelo crescimento da economia, geração de novos empregos e aumento do acesso a planos de saúde. A baixa cotação do dólar também estimulou as instituições a atualizar seus equipamentos, com impacto no serviço prestado.
“Os números mostram que ainda existe uma demanda reprimida no mercado de saúde brasileiro. O segmento que mais cresceu foi o comércio atacadista de máquinas e aparelhos, que aumentou 22% em relação ao mesmo período do ano passado”, explica Carlos Goulart, presidente executivo da Abimed, com comunicado.
Segundo Goulart, além da geração de empregos ter superado as estimativas, a maioria de postos de trabalho é especializada e sustentável, voltada principalmente para os serviços de manutenção da base instalada no país.
Houve crescimento importante também no número de empregos gerados pelos prestadores de serviço de diagnóstico e terapia que utilizam esses equipamentos e produtos: cerca de 15 mil novos postos de trabalho. Essa indústria hoje emprega mais de 160 mil pessoas.
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