“Os sistemas de informação de saúde estão muito fragmentados e isso é uma ameaça para o armazenamento de dados”, essas são as palavras do gerente de informática e evidência da Organização Mundial de Saúde, Ramesh Krishnamurthy.
De acordo com ele, há urgência para que haja um engajamento setorial para a elaboração de um sistema de saúde pública confiável. “Os sistemas são essenciais para melhores serviços e resultados. A saúde funcional dependem de elementos harmonizados e interoperáveis entre si”.
Em sua participação por videoconferência no Congresso Internacional eSaúde & PEP, realizado no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas, nesta segunda-feira (05), Krishnamurthy diz que para que se tenha um uso adequado das tecnologias de informação é preciso envolver setores como Ministério da Saúde, Educação e Trabalho assim como os laboratórios e esfera privada.
O membro da OMS chamou atenção para o fato de que o Brasil possui muitos processos eletrônicos avançados, mas ressaltou que isso não é suficiente para obter um resultado satisfatório. “É preciso ter uma abordagem adequada ao processo. Não podemos transferir os problemas que estão no papel para os dispositivos eletrônicos”.
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