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Um estudo divulgado pela consultoria GMI revelou quais são os CEOs mais bem pagos após deixarem as empresas nas quais trabalharam. Na lista dos 21 mais bem colocados, quatro executivos são da área de saúde e juntos somam rescisões da ordem dos US$ 739.338,038. As informações são do Valor Econômico.
O primeiro executivo de saúde a figurar no ranking é William D. McGuire, ex-CEO da UnitedHealth Group, fornecedora do setor de saúde. Tendo ocupado o cargo de 1991 até 2006, McGuire recebeu US$ 285.996,009 na sua saída, ficando em terceiro lugar no ranking global.
Já a farmacêutica Pfizer teve que desembolsar US$ 188.329,553 para a rescisão do contrato de Hank McKinnell Jr., que ocupou o cargo de presidente entre os anos de 2001 e 2006. Ele foi o nono CEO mais bem pago depois de sair de uma empresa, segundo o relatório.
Na 15ª posição do ranking geral aparece Joel F. Gemunder, que recebeu US$ 146.001,476, após ter exercido a presidência da Omnicare, farmacêutica especializada em produtos para idosos, entre os anos de 2001 e 2006. Na sequência das rescisões mais bem pagas do setor da saúde aparece Leonard Shaeffer, ex-presidente da WellPoint Health Networks, operadora de saúde americana, entre 1992 até 2004. O executivo recebeu US$ 119.441,000.
Benefícios
A rescisão mais cara no universo global da pesquisa foi a de Jack Welch. O ex-CEO da GE, que permaneceu na multinacional por 20 anos, entre 1981 e 2001, custou US$ 417.361,992. O valor da rescisão precisou incluir benefícios como o valor do aluguel do seu apartamento em Manhattan, US$ 80 mil, cadeiras cativas em partidas de basquete, tênis, baseball e contas de restaurantes. Além disso, a GE tem que desembolsar US$ 9 milhões por ano para a pensão vitalícia de Welch.
O GMI utilizou como parâmetros para realizar os cálculos os valores dos salários, bônus, valorização da moeda durante os anos, total acumulado de benefícios ao longo dos anos, entre outras compensações.
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