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por Saúde Web
Recorde | 27 de janeiro de 2012

Vendas do laboratório Boiron cresce 74% no Brasil em 2011

Fora do eixo Estados Unidos-Europa, o avanço foi de € 6,4 milhões para € 7,6 milhões – um aumento de 18,5% sobre 2010. O resultado fo impulsionado pela operação brasileira, que teve o maior crescimento no mundo

Com um faturamento total de 523 milhões de Euros, o laboratório Boiron, fabricante mundial de medicamentos homeopáticos, registrou crescimento de 0,9% sobre 2010, na soma dos resultados de suas operações em mais de 80 países, conforme o relatório anual de vendas. O crescimento da companhia fora do eixo Estados Unidos-Europa foi de € 6,4 milhões para € 7,6 milhões – um aumento de 18,5% sobre 2010. Esse resultado foi em grande parte impulsionado pela operação brasileira, que teve o maior crescimento no mundo, 74% sobre as vendas de 2010.

“Esse crescimento está dentro do esperado e reflete os fortes investimentos que a Boiron tem feito em novos mercados, como aqui no Brasil”, comentou o diretor geral da empresa para o Brasil, Ricardo Ferreira, em comunicado. De acordo com o executivo, o Brasil tem papel crescente nas vendas futuras do grupo. “O potencial é enorme, o crescimento aqui é mais acelerado do que nos países onde a Boiron está há mais tempo. Chegamos em 2009 e, no total, temos conseguido dobrar de tamanho a cada ano”, destacou Ferreira.

Os produtos da Boiron chegaram às prateleiras brasileiras há pouco menos de três anos, e hoje já são três medicamentos disponíveis nas farmácias drogarias: um auxiliar à prevenção e tratamento da gripe (o produto mais vendido pela empresa no mundo), um auxiliar na prevenção à ansiedade e um auxiliar ao combate à tosse.

Na europa, a França, sede de empresa e onde a Boiron é líder em medicamentos, mais uma vez respondeu por mais da metade do faturamento, sendo responsável por € 292 milhões (55,8% do total), um crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior.

No restante do mercado europeu e na América do Norte, no entanto, a multinacional registrou retração, de 4,0% e 4,8%, respectivamente. O desempenho foi puxado para baixo sobretudo pela diminuição das vendas na Rússia e Polônia, onde os reflexos da crise europeia são mais latentes.

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