Economia do comportamento reduz gastos com doenças crônicas
TI lidera o ranking de fusões e aquisições no Brasil
SP: Liminar coibe médicos de realizarem greve
Hospitais da Anahp faturam R$ 9,4 bilhões; alta de 20%
Plano de saúde é obrigado a informar descredenciamento
Mapfre vai entrar na disputa pelo mercado de plano de saúde
Alert e Benner anunciam Joint Venture
Planos devem incluir forma de reajuste nos contratos com médicos
OPMEs movimentam consumo de alta tecnologia
9 motivos para ter acreditação
Convênios médicos faturam R$ 83,4 bilhões, 11,7% a mais
Sites para agendamento de consultas médicas começam a aparecer no Brasil
Tem-se discutido, no mundo, a necessidade do engajamento do médico na agenda da qualidade (IHI, 2007) e as estratégias de governança clínica (VANU SOMV, 2004) nas instituições de saúde.
Não por menos, no Brasil percebe-se um aumento (ainda muito tímido) das instituições hospitalares com acreditação. Em um país onde se tem mais de 7 mil hospitais, ter menos de 200 acreditados (ANAHP, 2010) é realmente muito pouco. Na França, por exemplo, a acreditação hospitalar é uma condição de funcionamento do hospital (COMPAQH, 2011).
Com a duas Resoluções Normativas da ANS (RN 267 e RN 275) publicadas no final do ano passado, quero acreditar que aumentaremos consideravelmente os hospitais acreditados no Brasil, pois isso será, num primeiro momento, divulgado pelos planos de saúde aos seus beneficiários, e num segundo momento, quem sabe, utilizado como estratégia para remuneração diferenciada baseada na qualidade.
Sem sombra de dúvidas, a acreditação, quando conduzida de forma adequada, é muito bom para todos os envolvidos: hospital, plano de saúde e pacientes.
Agora, como envolver o médico nesta agenda?
Indiscutivelmente a avaliação de desempenho do corpo clínico, por mais desafiadora que pareça, é uma necessidade, para não dizer uma condição de termos um serviço com qualidade em todas as suas dimensões. Não se pode achar que apenas melhorando a estrutura e os processos de enfermagem, iremos garantir um serviço com qualidade. Obviamente que isso não é dispensável, muito pelo contrário.
Estamos vivenciando uma experiência muito gratificante de avaliação do desempenho do corpo clínico em um grande hospital em São Paulo, onde utilizamos o modelo P4P© como base do processo de avaliação. Vale lembrar que o modelo P4P© não é apenas para “pagar por performance”, mas sim para avaliar o desempenho de profissionais e serviços de saúde. Em função da nomenclatura P4P ter causado certo desconforto em algumas instituições, fomos estimulados a rebatizar o P4P© para GPS (Gestão da Performance em Saúde), um conceito mais abrangente, onde a metodologia e software P4P©
são utilizados como uma robusta ferramenta de avaliação de desempenho. A partir de agora, em vários materiais que produziremos, vocês verão a marca GPS.2iM® com mais freqüência.
Em breve publicaremos um artigo com os resultados preliminares do trabalho neste hospital. Antes da publicação, o trabalho será apresentado no P4P SUMMIT em Los Angeles, EUA no dia 20 de Março próximo (www.pfpsummit.com). Será uma grande responsabilidade representar o Brasil em uma mesa redonda onde participarão vários profissionais de destaque dos EUA e Inglaterra.
Por fim, a estratégia de avaliar o despenho de profissionais e serviços de saúde, não é apenas mais um modismo. É uma estratégia de gestão e de governança clínica que, assim como ocorre em vários países, ocorrerá no Brasil.
CARRO DE TRANSPORTE EM FIBERGLASS COM TAMPA ? 140 LITROS RODÍZIOS DE (...)
Estufa de Cultura Bacteriológica Digital 3 bandejas removíveis (...)
CGAM 52 SI CENTRAL GERADORA DE AR MEDICINAL INTEGRADA
EXTENSÃO PARA ASPIRAÇÃO E OXIGENOTERAPIA
Faixa de compressão
Cortina divisória de leito em Vynil
Planejamento estratégico no Transporte Hospitalar
Desincrustante
Cabo de fibra óptica - CF- 252 - acessórios para fonte de luz
Eletrocardiógrafo C10
Mesa Ginecológica CM 1100
Válvula expiratoria para respirador