Economia do comportamento reduz gastos com doenças crônicas
TI lidera o ranking de fusões e aquisições no Brasil
SP: Liminar coibe médicos de realizarem greve
Hospitais da Anahp faturam R$ 9,4 bilhões; alta de 20%
Plano de saúde é obrigado a informar descredenciamento
Mapfre vai entrar na disputa pelo mercado de plano de saúde
Alert e Benner anunciam Joint Venture
Planos devem incluir forma de reajuste nos contratos com médicos
OPMEs movimentam consumo de alta tecnologia
9 motivos para ter acreditação
Convênios médicos faturam R$ 83,4 bilhões, 11,7% a mais
Sites para agendamento de consultas médicas começam a aparecer no Brasil
Há muito tempo que se pesquisa e se discute sobre os resultados positivos do investimento em ações de prevenção na saúde – que hoje ainda figura muito na assistência médica hospitalar – visando a maior acessibilidade por quem usa, sem comprometer a qualidade e “saúde” de quem a disponibiliza. Geralmente, o foco deste trabalho é baseado em grupos com características semelhantes – profissão, sexo ou idade – de preferencia concentrados em determinada região geográfica e com participação de médio e longo prazo.
Tais características levam em conta aspectos bem particulares, como contratos celebrados por grupos de uma empresa, por exemplo, que arca com o custo total ou parcial. Ou ainda, uma categoria profissional, em que todos contribuem mensalmente. Há ainda, os chamados grupos de beneficiários, dentro do grupo de contratos individuais e/ou familiares, com características semelhantes, com idade, sexo, endereço, entre outros.
Ocorre que, apesar de não ser complicada esta identificação, isto gera algum trabalho que a operação do dia a dia acaba por comprometer muito a qualidade desta filtragem. O erro desta “estratificação” é que o processo começa pelo fim, o que aumenta o mito da dificuldade! Ao final das contas, isso impede a efetiva realização de ações, cujo objetivo principal é beneficiar o sistema de saúde como um todo.
Como prevenção a proposta é trabalhar na educação, abordando prioritariamente a informação. Afinal, como esperar colaboração ou atitude pró ativa de um usuário que não conhece o funcionamento do sistema? Ter claro a “relatividade”, ou seja, a média de um grupo de beneficiários, quando se observa individualmente o usuário que faz 10 consultas nos últimos 12 meses, enquanto o seu grupo, em média, não ultrapassou 6 consultas no mesmo período.
No mundo contemporâneo e dinâmico em que vivemos, todos sabem a importância do saber ouvir, em ter um canal aberto para relacionamento e informação. Não basta aceitar apenas as atividades do SAC e das Autorizações. Para ‘interagir’ com este público é preciso ter uma equipe supervisionada por educadores e médicos, estes com as especialidades básicas. Hoje, a meta é não deixar nenhuma pergunta sem resposta e, aliando prevenção e educação, propor o melhor a ser feito, em cada caso, em prol do beneficiário. Certamente, isto não é uma célula de redução de custo imediato. Mas é um caminho a ser perseguido.
Outro ponto importante a ser observado é a “Sociabilidade”. Neste quesito, deve-se possibilitar e induzir a participação do beneficiário em oficinas, seções de terapia ocupacional em grupo, oferecer promoções de laser (parceria com empresas de entretenimento com melhores condições de pagamento), entre outras ações que o educador e a equipe médica saberão orientar.
Seguindo a mesma linha de raciocínio, é preciso desenvolver atividades complementares, mantendo com insistência os processos de orientação de comportamento, tais como incentivar atividades físicas, promover eventos – como “Caminhada do Coração”, pela operadora ‘X’. Estas ações, além de saudáveis, são muito bem aproveitadas pela equipe de marketing, que terá ainda a oportunidade de melhorar suas relações com diversos públicos.
No rol destas ações, cabe ainda a informação/educação no que tange aspectos como alimentação, fornecendo material de orientação que vão desde rendimentos obtidos até as receitas recomendáveis, assinadas por nutricionistas; e os cuidados referentes a medicação, quando pode-se criar também programas sobre automedicação, fundamentar que o remédio usado de forma errada tem efeito contrário, o perigo da interação das drogas com outras substâncias, etc.
Cada população tem o seu próprio perfil, mas o que enriquece esta proposta, após seu inicio bem sucedido e um mínimo de aderência, é ter conseguido subsídios para a constante customização.
O cuidado é não perder o foco, pois não se trata de um plantão assistencial ou meramente orientativo, em que o beneficiário aciona quando está em situação apenas de utilização. Trata-se efetivamente de um programa “educativo” para a melhor saúde e melhor utilização da assistência médica.
Sem hipocrisia ou manipulações, o objetivo final é a utilização adequada dos recursos financeiros, com redução do custo final para todos os envolvidos.
Pedro Fazio
Economista e consultor em Saúde Suplementar
Pedro Fazio é economista e diretor da Fazio Consultoria.
Tecnologia & Farma
Eric Vinicius Vieira Neves
Por dentro das tecnologias e normas!
Logística Hospitalar
Mayuli Lurbe Fonseca
A FALTA QUE ELA FAZ
Planejamento Estratégico e Modelos de Negócio para o Setor da Saúde
Enrico de Vettori
Governança: que lição podemos tirar da atual crise que afeta distintamente os EUA, a Europa e o mundo Árabe?
Gestão de Enfermagem para a Excelência do Cuidado
Heleno Costa Junior
“Gestão de Enfermagem para a Excelência do Cuidado”
Informática na Saúde em foco
Claudio Giulliano Alves da Costa
Qual é o plano nacional para Registro Eletrônico de Saúde?
BT-1100/900 – CÂMARA PARA CONSERVAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS, (...)
APARELHO DE PRESSÃO ARTERIAL ANEROIDE ALGODÃO
AUTOCLAVE HORIZONTAL ANALOGICA 60 LITROS CAMARA INOX
Seladora Cristofoli Plus
CAPNOGRAFIA MICROSTREAM
Cânulas de Traqueostomia
Cortinas Descartáveis
Eletrocardiógrafo ECGPC
Cardiotocógrafo monitor fetal
CARRO MULTI-USO 2 PARTES
Transporte capacitado ANVISA
Pulmão Teste