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Gestão sem informação

16 de janeiro de 2012 23:04

É incrível a facilidade com que se algumas verdades são tomadas como garantidas sem que se realizem as implicações das mesmas. 

Por vezes, podemos escutar pessoas que repetem frase de impacto no entanto, seu dia-a-dia continua o mesmo de sempre.

Por exemplo, falar que não é possível gerir sem informação beira o óbvio só que tenho visto nestes anos muitos profissionais fazendo verdadeiros vôos cegos dentro das organizações.

Ora, pode-se dizer que é uma questão conjuntural e que é necessário trabalhar com o que se tem à mão. E esta é uma boa maneira de perpetuar o mesmo modus operandi que inexoravelmente conduz aos mesmos resultados.

Por isso, costumo convidar as pessoas a se perguntarem como se pode mudar o resultado sem que se mude algo central?

E quando me refiro a algo central está longe de ser um “trato na forma” que, rapidamente, volta ao modelo conhecido. Me refiro a um questionamento de premissas muito básicas, uma visita às crenças que se tornaram uma maneira de ser.

Por outro lado, tenho tido uma grata surpresa ao assistir organizações investirem em processos muito profundos e sérios de re-engenharia organizacional, com resultados a olhos vistos.

E uma surpresa ainda mais grata em ver o esforço de profissionais de nível sênior buscando se reinventar, olhando de maneira honesta aquilo que poderia ser chamado de “jeito”, através de coaching ou outras ferramentas.

Informação é clareza e, sem isso, não se vai longe.

Ao mesmo tempo, não se mudam organizações, sem que as pessoas mudem.

Será que gestões autoritárias trazem bons resultados a longo prazo?

Na esmagadora maioria das vezes, a experiência mostra que não.

Será que profissionais que se limitam a executar apenas suas tarefas ou que estão circunscritos apenas às suas áreas podem realmente brilhar, fazer a diferença?

As diversas experiências que venho assistindo tem deixado claro que não.

Portanto, fica um convite para olharmos para nós mesmos enquanto líderes e liderados e, principalmente, enquanto pessoas.

Abertos para perceber o que funciona e o que não funciona. Abertos para uma mudança verdadeira.

E se isso for possível, uma coisa é certa… Prepare-se para novos resultados!

 

  • Luiscarloscosta

    Eu trabalhei na Nec do Brasil no inicio dos anos 90 e este Sr. Gustavo de Martini trabalhava lá com micros, era um micreiro e nada mais, muito ruinzinho.
    Eu era da área administrativa.
    A Nec tinha uma área de Ti bem estruturada, com alguns profissionais veteranos que de fato eram do ramo, mas tinham uns micreiros por lá que só falavam bobagens e mentiras, não entendiam nada de Ti.
    Parece que eles tinham uma richa com o pessoal mais antigo, pois viviam falando mal deles.
    Um destes mentirosos era justamente este Gustavo de Martini, que não sabia nada de TI, só contava umas mentiras e falava umas bobagens, qurendo derrubar os mais antigos.
    Todos nós adoramos quando ele foi mandado embora, junto com uma turma de enroladores micreiros que era puxa-saco do antigo chefe, que também era outro mentiroso.
    A Dieretoria percebeu e mandou o chefe embora, depois fez uma “limpa” nos ratos, foram todos expulsos, perderam o emprego pois nunca havima feito nada de útil.
    Pelo visto, ele continua como “consultor”, deve continuar falando as babagens de 2 década atráz…
    Luis C

Sobre Gustavo De Martini

Gustavo De Martini cursou administração de empresas, com especialização em Gestão Empresarial, possuindo diversos cursos internacionais de liderança, gestão de projetos, técnicas de vendas consultivas, entre outros. Com experiência de 28 anos em TI, foi principal executivo de empresas neste segmento e consultor, tendo atuado no setor Saúde desde 2005

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