Economia do comportamento reduz gastos com doenças crônicas
TI lidera o ranking de fusões e aquisições no Brasil
SP: Liminar coibe médicos de realizarem greve
Hospitais da Anahp faturam R$ 9,4 bilhões; alta de 20%
Plano de saúde é obrigado a informar descredenciamento
Mapfre vai entrar na disputa pelo mercado de plano de saúde
Alert e Benner anunciam Joint Venture
Planos devem incluir forma de reajuste nos contratos com médicos
OPMEs movimentam consumo de alta tecnologia
9 motivos para ter acreditação
Convênios médicos faturam R$ 83,4 bilhões, 11,7% a mais
Sites para agendamento de consultas médicas começam a aparecer no Brasil
Quando escrevi que a ANS deveria ser quebrada em duas fui criticado (embora também elogiado), mas nenhuma crítica sugeriu alguma mudança que pudesse solucionar o problema do segurado do plano de saúde.
O que vou relatar aconteceu comigo – ninguém me contou – e demonstra o que acontece realmente em saúde suplementar no Brasil.
Contratei um plano para minha família. No processo de contratação analisamos a rede credenciada e tinham os hospitais e centros de diagnósticos que desejávamos. Como se tratava de uma migração não havia carência.
Fui agendar um exame de rotina e (surpresa !) o serviço não era credenciado (um daqueles serviços que analisamos para adquirir o plano).
Reclamamos com o corretor, e nada. Com a operadora, e nada … nem mesmo ‘uma dura’ no corretor foi dada.
Recorremos então ao site da ANS e ganhamos um nº de protocolo.
Passados alguns (muitos) dias a operadora entrou em contato confirmando que não havia cobertura e por esta razão estava encerrando o chamado na ANS !!!!!!!
Tentei verificar o que aconteceu na ANS e evidentemente fiquei sabendo que nada: acontece exatamente o mesmo que na ANATEL se você abre uma reclamação. Ganha um nº de protocolo e a reclamação é encaminhada a operadora responder em x dias.
No caso da ANS você nem pode acompanhar seu processo. Não que isso adiante alguma coisa porque na ANATEL você reabre o chamado, a operadora encerra, e seguidamente você vai fazendo isso até cansar e buscar a Justiça (já passei por isso também).
Quando cito que a ANS não pode ao mesmo tempo regular a relação entre operadora e segurado e entre operadora e serviço de saúde é por causa de eventos como este. Ela está muito ocupada resolvendo grandes problemas e o caso de um segurado como eu não tem importância, afinal já tem um nº de protocolo.
Provavelmente, e de forma hilária, meu caso entra na estatística da ANS como sendo um dos milhares de problemas que ela resolveu (sem qualquer tipo de interação !!!), e para provar meu número de protocolo deve estar na conta das reclamações que foram resolvidas já que foi encerrada pela operadora, e não das que não foram, porque não existe aferição do andamento por parte da ANS junto ao segurado.
Depois reclamam que a justiça é lenta, mas após cancelar o plano recém-adquirido e ter migrado para outra operadora vou abrir uma ação contra aquela medicina de grupo, e dar trabalho desnecessário ao Poder Judiciário porque a ANS ao invés de interagir e proteger os segurados de planos de saúde, fica administrando estatísticas de chamados em que o meu protocolo deve estar indevidamente classificado.
Jamais usaria meu blog para resolver meu problema particular, por isso não cito a operadora que mostrou ser conivente com a ‘máfia’ que vende seus planos e engana a população, mas uso o que aconteceu comigo para reiterar que o Brasil necessita pouco de uma agência que fica padronizando TISS e TUSS e mais de uma agência que esteja preocupada com a finalidade da saúde suplementar, que é prestar atendimento assistencial à população que não consegue através do sistema SUS.
Por acaso meu filho trabalha no fórum, e comentamos diariamente as atrocidades das ações que passam por lá, sendo planos de saúde ‘os campeões de audiência’, seguidos de perto pelas operadoras de telefonia.
Então, lamentando muito o cenário a que temos que nos sujeitar pela omissão da ANS, gostaria de dar meus parabéns ao Judiciário que injustamente é rotulado de ‘moroso’, e utilizar meu caso para mostrar que se você necessitar não vai encontrar ninguém para defender seus interesses, porque falta estrutura adequada para regular a saúde suplementar no Brasil.
Formado em Tecnologia (UNESP), com pós-graduação em Administração Hospitalar (USP) e especialização em Epidemiologia Hospitalar (FGV). Foi CIO do Hospital Sírio Libanês e Furukawa, e desde 2005 é CEO da Escepti e atual assessor no InCor (FMUSP). Professor de Gestão de Contratos, Auditoria de Contas Hospitalares e Informática Hospitalar na FIA (FEA-USP). Ex membro do CATI-FGV e da NCMA (National Contract Management Association). Atual associado da FBAH (Federação Brasileira de Administradores Hospitalares), SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde)e ASSESPRO.
Tecnologia & Farma
Eric Vinicius Vieira Neves
Por dentro das tecnologias e normas!
Logística Hospitalar
Mayuli Lurbe Fonseca
A FALTA QUE ELA FAZ
Planejamento Estratégico e Modelos de Negócio para o Setor da Saúde
Enrico de Vettori
Governança: que lição podemos tirar da atual crise que afeta distintamente os EUA, a Europa e o mundo Árabe?
Gestão de Enfermagem para a Excelência do Cuidado
Heleno Costa Junior
“Gestão de Enfermagem para a Excelência do Cuidado”
Informática na Saúde em foco
Claudio Giulliano Alves da Costa
Qual é o plano nacional para Registro Eletrônico de Saúde?
BT-1100/900 – CÂMARA PARA CONSERVAÇÃO DE IMUNOBIOLÓGICOS, (...)
APARELHO DE PRESSÃO ARTERIAL ANEROIDE ALGODÃO
AUTOCLAVE HORIZONTAL ANALOGICA 60 LITROS CAMARA INOX
Seladora Cristofoli Plus
CAPNOGRAFIA MICROSTREAM
Cânulas de Traqueostomia
Cortinas Descartáveis
Eletrocardiógrafo ECGPC
Cardiotocógrafo monitor fetal
CARRO MULTI-USO 2 PARTES
Transporte capacitado ANVISA
Pulmão Teste