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O verdadeiro papel do líder

22 de fevereiro de 2012 12:14

Nada é mais certo do que a impermanência. Toda idéia de estabilidade morre mesmo numa observação rasa de qualquer aspecto da vida, desde o movimento das galáxias até a menor das células.

Isto fica evidente ao considerarmos o fator humano que, por mais que exista um grande desejo por definição, é diferente em cada momento. Não precisa se abrir muito no tempo para perceber mudanças drásticas e comportamento e visão de uma mesma pessoa.

O indivíduo não é uma somatória de experiências mas, sim, uma  resultante de uma miríade de fatores que vão desde aspectos biológicos e emocionais até seu entorno.

Da mesma maneira, as organizações podem guardar traços específicos mas, também estão sempre em mutação. Quando falamos em cultura, ou seja, “a maneira de ser e se  comportar”, nos damos conta que existe uma variabilidade importante em torno de um eixo central.

Este eixo central é formado e mantido por pessoas, o que é mais notório em organizações menores ou mais centralizadas na figura de um líder modelador, ou seja, uma pessoa que tende a impor suas idéias e modelos.

E é aí que existe um grande risco.

Ocorre que um perfil modelador não estimula a responsabilização e desenvolvimento das pessoas e, por consequência, da própria organização. Enquanto o sonho de um líder modelador é uma equipe de exímios executores, um líder visionário sonha em ter uma equipe de líderes.

Líderes que enxergam com clareza para onde a empresa vai e seu papel neste caminho, que pensam “fora da caixa”, inovando.

Líderes que inspiram suas equipes, que escutam, que estimulam a participação inteligente de todos num objetivo comum. E assim, se tornam excelentes executores, por responsabilização e não por imposição.

Estamos falando de líderes que têm que além da autoridade, uma granderesponsabilidade.

E, nada disso está restrito aos gestores, cada profissional deve ver-se como líder, mesmo que seja de um processo aparentemente simples.

Nunca é demais lembrar que, assim como um organismo vivo, basta que um pequeno órgão deixe de funcionar corretamente para que se instale o desequilíbrio e sobrevenha a morte.

O setor da saúde defende a necessidade de mudanças, de uma evolução na gestão que acompanhe a evolução tecnológica porém, só que isso não está restrito às mudanças externas mas, em cada pessoa.

Contudo, enquanto prevalecer a vaidade e a teimosia de líderes antiquados, a evolução das pessoas e das organizações ficam comprometidas e, como num organismo vivo, pode levar até à morte.

A mudança é certa.

E também algo é certo: quem não for agente, será vítima desta mudança. É para pensar… E agir!

 

  • Joaodc

    Conheci esta pessoa na Nec do Brasil no inicio dos anos 90.
    É o maior enganador que existe !
    Só fez bobagens lá, mexia com microcomputadores mas era um grande “enrolão”, uma fraude. Os usuários detestavam esta figura, vacilante, confusa e mentirosa. Não conhecia absolutamente nada de micro e nem de informática, tanto que foi mandado embora creio que em 1994.
    Entrou em conflito com os próprios colegas do CPD, os que realmente trabalhavam e foi para a rua.
    Depois foi trabalhar numa empresa de impressoras, vendeu o que não tinha, prometeu para os clientes o que não podia entregar, enrolou de novo, vacilou de novo, mentiu de novo e foi mandado embora de novo.
    Fiquei sabendo que passou por outras empresas e em todos os lugares enrolou, mentiu, folgou e também foi mandado para o olho da rua.
    Ultimamente engana na área de saúde, muito provavelmente enrolando médicos que nada entendem de TI e certamente ainda prometendo o que não tem e entregando nada.
    É a mesma conversinha fina e sem conteúdo que ele demonstra nestes textos.
    E assim caminha a mediocridade…
    João

Sobre Gustavo De Martini

Gustavo De Martini cursou administração de empresas, com extensão em Gestão Empresarial pela BSP e em Sistemas de Saúde pela FGV, possuindo diversos cursos internacionais de liderança, gestão de projetos, técnicas de vendas consultivas, entre outros. Com experiência de 29 anos em TI, foi principal executivo de empresas no Brasil e América Latina e consultor, tendo atuado no setor da Saúde desde 2005.

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