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Sobre Faturamento e Auditoria de Contas Hospitalares

1 de outubro de 2013 13:58

Atualizamos a página da Internet que disponibiliza gratuitamente conteúdo sobre faturamento e auditoria de contas hospitalares.

Ela tem 2 endereços, que levam ao mesmo lugar:

www.faturamentohospitalar.net.br   e   www.auditoriahospitalar.net.br

O conteúdo é de livre acesso (não necessita de cadastramento) e se propõe a ser um resumo das principais regras e práticas de mercado, tanto para SUS quanto para Saúde Suplementar.

É um conteúdo de interesse dos profissionais que atuam nas atividades de formação das contas, auditoria preventiva, pré-análise, auditoria local, remessa, glosa e recurso, ou para gestores que desejam entender um pouco da loucura que é isso no Brasil !

Tradicionalmente estas páginas também têm sido muito acessadas por alunos de cursos de formação em administração hospitalar, e pós-graduação ou MBA em disciplinas afins.

Gostaria de aproveitar para fazer alguns comentários.

A cada revisão no modelo de remuneração aumenta meu convencimento de que a forma de remuneração SUS é muito mais justa do que a da saúde suplementar. O preço SUS pode ser ridículo na maioria dos itens, mas a forma é muito mais inteligente, porque remunera a efetividade do ato médico, não se baseando em questões de hotelaria, que deveriam estar totalmente fora do âmbito do financiamento da saúde. Cobrar mais caro por um procedimento se o paciente se interna em enfermaria ou em suíte, por exemplo, é um dos grandes absurdos da saúde suplementar, previstos em tabelas oficiais de remuneração de procedimentos.

Quanto mais atualizamos as regras e práticas de mercado, mais fico com dó de quem trabalha com isso. É desumano saber que existem pessoas que dependem da complexidade do faturamento e da necessidade da auditoria para sobreviver. É como trabalhar em telemarketing: tendo que incomodar milhões de pessoas para conseguir vender para poucos milhares.

A cada vez fica mais evidente a razão pela qual os hospitais privados estão fundindo áreas comerciais, de faturamento, de auditoria e de realização de receita: os processos mais complexos de gestão de preços, formação de contas e análise e recurso de glosas estão cada vez mais interdependentes. Mesmo fazendo uso de um sistema integrado, a profunda intimidade entre estas áreas vai se tornando cada vez mais necessária para evitar a evasão da receita.

Os indicadores de faturamento, diferentes das tradicionais estatísticas de faturamento, já estão integrando a rotina de gestão dos hospitais mais evoluídos. Entre outros, o ticket médio estratificado, analisado em conjunto com os volumes de contas e de receita, por exemplo, já é jargão comum de quem avalia a efetiva capacidade do hospital de faturar sem perdas sistemáticas.

Acredito que o futuro da saúde suplementar se restringe a atuação das empresas de autogestão e das cooperativas, e então podem me perguntar por que perder tempo tabulando regras e práticas deste sistema ineficaz que tende a desaparecer ?

A resposta é: se esta é a regra atual, vamos estudá-la ao máximo, porque hospital é muito sensível ao prejuízo, e temos que mantê-los funcionando bem … afinal de contas, fazemos parte de uma população que está envelhecendo e vamos necessitar que eles estejam muito bem de saúde para cuidar da nossa !

Sobre Enio Salu

Formado em Tecnologia (UNESP), com pós-graduação em Administração Hospitalar (USP) e especialização em Epidemiologia Hospitalar (FGV). Foi CIO do Hospital Sírio Libanês e Furukawa, e desde 2005 é CEO da Escepti e atual assessor no InCor (FMUSP). Professor de Gestão de Contratos, Auditoria de Contas Hospitalares e Informática Hospitalar na FIA (FEA-USP). Ex membro do CATI-FGV e da NCMA (National Contract Management Association). Atual associado da FBAH (Federação Brasileira de Administradores Hospitalares), SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde)e ASSESPRO.

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