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Notícia enviada por José de Moura Leite Netto mouraleitenetto@gmail.com
| 27 de novembro de 2013

Mesmo com exames eficazes como colonoscopia e de sangue oculto nas fezes, câncer de intestino é diagnosticado tardiamente

Apenas 1 entre 4 tumores malignos são diagnosticados na fase inicial e São Paulo - ao lado do Rio de Janeiro - registra a maior prevalência da doença. Atento a esta questão, o A.C.Camargo Cancer Center promove um Encontro gratuito entre especialistas e público-leigo na próxima terça, dia 26, em São Paulo

Descoberto logo no início, quando o tumor está restrito à parte mais superficial do intestino, a possibilidade de cura do câncer colorretal é de quase 100% (98%). Uma boa notícia, exceto pelo fato de que apenas 25% dos casos são descobertos nestas condições. Na outra ponta, estão os tumores mais agressivos, quando já se ultrapassou os limites do intestino e gerou metástase linfática ou, nos casos ainda mais extremos – de estadio IV – chegou ao fígado, pulmão ou peritônio, quando a chance de estar vivo cinco anos após o tratamento é inferior a 20%. Terceiro tipo de câncer mais comum em homens e mulheres no Brasil com estimativa de 30 mil novos casos em 2013 (dados do INCA), São Paulo registra, ao lado do Rio de Janeiro, a maior prevalência do país, com mais de 25 casos para cada 100 mil habitantes, enquanto que no Maranhão, por exemplo, a doença acomete apenas 3 entre 100 mil habitantes.
Partindo dessas premissas, o A.C.Camargo Cancer Center anuncia a realização no próximo dia 26, às 17h30, de uma edição especial do Encontro com Especialistas sobre Câncer Colorretal. Com participação de oncologistas do Núcleo de Tumores Colorretais, o público poderá esclarecer as mais variadas dúvidas sobre como prevenir e diagnosticar cedo os tumores de intestino e reto. Gratuitas, as inscrições podem ser feitas pelo encontro@accamargo.org.br. Para quem não puder estar presente, as perguntas poderão ser feitas pelos perfis oficiais do A.C.Camargo no Twitter e Facebook até o dia do evento.
RASTREAMENTO PARA SALVAR VIDAS – A maioria dos tumores colorretais se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso, sendo que uma maneira de prevenir a doença em sua forma maligna (câncer) é pela detecção e remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos. Sua alta incidência aponta para a necessidade de um rastreamento populacional por colonoscopia, nos moldes do que ocorre com a mamografia para diagnóstico de lesões malignas na mama.
A colonoscopia é indicada para homens e mulheres assintomáticos (que não apresentam sintomas) a partir dos 50 anos e com repetição a cada 5 ou 10 anos (de acordo com orientação médica). Caso haja um ou mais episódios de câncer colorretal em parentes de 1º grau a primeira colonoscopia é recomendada a partir dos 40 anos e com repetição anual. “Há estudos que mostram que a colonoscopia é responsável por reduzir em mais de 50% as mortes por câncer colorretal, mas falta ao público informações sobre quando fazer e como ter acesso ao exame”, destaca o cirurgião oncologista e chefe do Núcleo de Tumores Colorretais do A.C.Camargo, Samuel Aguiar Júnior.
De acordo com o especialista, são muitos os fatores que levam ao diagnóstico tardio. “Infelizmente é muito comum negligenciar sintomas como sangramentos e alterações do hábito intestinal e não há políticas eficazes que levem informação ao público sobre a importância de se realizar colonoscopia ou de buscar um especialista para análise de sangue oculto nas fases”, destaca Samuel Aguiar Junior.

Embora o exame de colonoscopia seja o método mais eficaz para diagnóstico de câncer de intestino, há entraves importantes – segundo o especialista – como o seu alto custo e pouca adesão principalmente pelos homens. O fator positivo, acrescenta ele, é que hoje é observado que o exame de sangue oculto nas fezes é extremamente eficaz também. De acordo com Aguiar Junior, os trabalhos recentes mostram que o sangue oculto propicia um número semelhante de achados importantes em comparação à colonoscopia. “É fundamental a população brasileira ter conhecimento sobre a eficácia do exame de sangue oculto nas fezes, pois há tabu para se fazer colonoscopia, isso sem falar no custo baixo e o fato de – diferente da colonoscopia – dispensar a sedação”, destaca.
No entanto, conclui Samuel, ainda prevalece a falta de informação em vários setores da sociedade, com a população em geral desconhecendo a doença, tampouco como preveni-la, com o agravante de que a maioria dos médicos generalistas negligencia o diagnóstico, não indica a colonoscopia, exame que faz a prevenção da doença, pois é capaz de retirar um pólipo que ainda não é câncer.

SERVIÇO
Encontro com Especialistas do A.C.Camargo Cancer Center
Tema: Câncer Colorretal
Data: terça-feira, 26 de novembro de 2013
Local: A.C.Camargo Cancer Center: Auditório Sen. José Ermírio de Moraes
Endereço: Rua Professor Antônio Prudente, 211, Liberdade, São Paulo
Horário: 17h30
Inscrições gratuitas: encontro@accamargo.org.br
Participação por redes sociais: www.facebook.com.br/accamargocancercenter www.twitter.com/haccamargo – Envie sua pergunta até o dia do evento.
Cobertura de imprensa: moura@accamargo.org.br

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